Radiofrequência Monopolar
Radiofrequência Monopolar (Volnewmer) em São José dos Campos
O que é a radiofrequência monopolar e quando é indicada?
A radiofrequência monopolar é um tratamento dermatológico não invasivo que usa energia de radiofrequência para aquecer, de forma controlada, as camadas profundas da pele. Esse aquecimento estimula a produção de novo colágeno e a retração das fibras já existentes, o que contribui para melhorar a firmeza, a textura e o contorno da pele do rosto, do pescoço e do corpo, sem cortes e sem agulhas.
No consultório da Dra. Gláucia Labinas em São José dos Campos, o procedimento é feito com o Volnewmer, equipamento de radiofrequência monopolar de 6,78 MHz com resfriamento contínuo da superfície da pele e leitura de impedância em tempo real. Esses recursos ajudam a distribuir a energia de forma uniforme e a proteger a camada mais superficial da pele durante a aplicação.
"Monopolar" quer dizer que a energia sai de um único polo, na ponteira, e segue até um eletrodo de retorno posicionado no corpo. Com isso, o calor alcança camadas mais profundas do que nas radiofrequências bipolares convencionais, atingindo a derme e o tecido logo abaixo dela.
Uma revisão publicada na Surgical & Cosmetic Dermatology, revista científica da Sociedade Brasileira de Dermatologia, descreve a radiofrequência como um método seguro e não invasivo para o tratamento da flacidez da pele, com melhor resposta em pacientes com flacidez leve a moderada (Tagliolatto, 2015).
Para quem é indicada
- Flacidez leve a moderada no rosto e no pescoço
- Perda de definição do contorno da mandíbula e da papada
- Linhas finas, poros dilatados e textura irregular da pele
- Flacidez corporal em áreas como abdômen, braços, coxas e região acima dos joelhos
- Flacidez após emagrecimento
- Manutenção da qualidade da pele, como parte de um plano de rejuvenescimento
Quando não é indicada
- Gestação
- Marca-passo, desfibrilador ou outro dispositivo eletrônico implantado
- Implantes metálicos na região a ser tratada
- Infecções, feridas ou lesões ativas na área
- Câncer da pele na área tratada ou próximo a ela
- Preenchimentos ou outros procedimentos recentes na mesma região
A indicação é sempre definida em consulta, depois da avaliação do grau de flacidez, da qualidade da pele e do histórico de saúde de cada paciente.
Como é feita a radiofrequência monopolar?
O tratamento é feito no próprio consultório, em sessão ambulatorial, e começa sempre por uma consulta de avaliação com a dermatologista.
Antes da sessão
- Consulta de avaliação, com registro fotográfico da área a ser tratada
- Evitar exposição solar intensa nos dias anteriores
- Chegar sem maquiagem ou cremes na região e retirar acessórios metálicos
- Informar medicamentos em uso, procedimentos recentes e dispositivos implantados
Durante a aplicação
Após a limpeza e a marcação das áreas, a ponteira percorre a pele em passadas sucessivas, enquanto o sistema de resfriamento protege a superfície. A sensação mais comum é de calor intenso e breve a cada disparo, e a energia é ajustada conforme a sensibilidade e a resposta da pele. Em geral, não é necessário usar anestésico.
Duração e número de sessões
Cada sessão dura, em média, de 30 a 60 minutos, conforme o tamanho e a quantidade de áreas tratadas. O número de sessões, o intervalo entre elas e a manutenção são definidos de forma individual.
Recuperação
Logo após a sessão, a pele pode ficar avermelhada e levemente inchada por algumas horas. É possível voltar às atividades no mesmo dia. A melhora costuma ser gradual, porque depende da formação de novo colágeno, que acontece ao longo das semanas e meses seguintes.
Quer saber se a radiofrequência monopolar é indicada para o seu caso? Agende uma avaliação no consultório da Dra. Gláucia em São José dos Campos.
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Quando buscar uma dermatologista?
Vale procurar avaliação quando a pele do rosto, do pescoço ou do corpo começa a perder firmeza, o contorno da mandíbula fica menos definido ou surgem linhas finas e alteração de textura que incomodam. Também é um bom momento depois de uma perda de peso importante ou quando a ideia é manter a qualidade da pele sem procedimentos cirúrgicos.
A dermatologista avalia se a queixa vem da flacidez da pele, da perda de volume ou do acúmulo de gordura, porque cada situação pede uma abordagem diferente.
A
Dra. Gláucia Labinas é dermatologista formada pela Faculdade de Medicina da USP, com residência no Hospital das Clínicas da FMUSP e título de especialista pela Sociedade Brasileira de Dermatologia (RQE 51968). Na consulta, ela define se a radiofrequência monopolar é indicada, em quais áreas e se faz sentido associá-la a outros tratamentos. Em casos de flacidez acentuada, com excesso de pele, a avaliação também pode indicar a opinião de um cirurgião plástico.
Benefícios
- Procedimento não invasivo, sem cortes e sem agulhas
- Retorno às atividades no mesmo dia
- Pode ser feito no rosto, no pescoço e no corpo
- Estímulo de colágeno com melhora gradual e de aspecto natural
- Pode ser associado a outros tratamentos do consultório
Cuidados após a sessão
- Usar protetor solar diariamente, conforme a orientação médica
- Evitar sol intenso nos primeiros dias
- Manter a pele hidratada
- Evitar ácidos e esfoliantes na área por alguns dias
- Seguir as orientações individuais passadas em consulta
Tratamentos que podem ser associados
A combinação é definida em consulta, de acordo com a necessidade de cada paciente:
Ultrassom microfocado
Atua em camadas mais profundas, incluindo a camada de sustentação do rosto. Complementa a radiofrequência no tratamento da flacidez.
Bioestimuladores de Colágeno
Injetáveis que estimulam a produção de colágeno, indicados quando há flacidez com perda de estrutura.
Fios de Sustentação
Indicados quando, além da firmeza, há necessidade de reposicionar os tecidos.
Preenchimentos Faciais
Repõem volume em áreas que perderam sustentação com o envelhecimento.
Microagulhamento
Foco em textura, poros e cicatrizes de acne.
Laser
Melhora da qualidade da pele, manchas e textura.
Agende sua avaliação de radiofrequência monopolar em São José dos Campos e conheça as possibilidades de tratamento para o seu caso.
Dúvidas frequentes sobre radiofrequência monopolar
Radiofrequência monopolar dói?
A maioria das pessoas descreve uma sensação de calor intenso e passageiro durante as passadas da ponteira. O resfriamento contínuo do equipamento torna a aplicação mais tolerável, e a intensidade é ajustada conforme a sensibilidade de cada paciente.
Quantas sessões de radiofrequência monopolar são necessárias?
Depende da área, do grau de flacidez e da qualidade da pele. O plano é definido na consulta, com o número de sessões, o intervalo e a manutenção indicados para cada caso.
Em quanto tempo aparece o resultado da radiofrequência?
Algumas pessoas notam a pele mais firme e viçosa nos primeiros dias. A melhora principal é gradual, porque depende da produção de novo colágeno ao longo das semanas e meses seguintes.
Qual a diferença entre radiofrequência monopolar e ultrassom microfocado?
As duas tecnologias estimulam colágeno sem cortes, mas usam energias diferentes. A radiofrequência monopolar aquece de forma difusa a derme e o tecido logo abaixo, com foco em firmeza e qualidade da pele. O ultrassom microfocado concentra a energia em pontos precisos e alcança camadas mais profundas, ligadas à sustentação do rosto. Em muitos casos, as duas são associadas.
Radiofrequência monopolar é o mesmo que radiofrequência microagulhada?
Não. A radiofrequência microagulhada usa agulhas para levar a energia à pele, com foco em textura, poros e cicatrizes, e costuma ter mais tempo de recuperação. A radiofrequência monopolar não usa agulhas e tem como foco principal a firmeza da pele.
O Volnewmer é aprovado pela Anvisa?
Sim. O Volnewmer é um equipamento de uso médico com registro na Anvisa, e a aplicação é feita pela própria dermatologista no consultório.
Onde fazer radiofrequência monopolar em São José dos Campos?
No consultório da Dra. Gláucia Labinas, na Av. Alfredo Ignácio Nogueira Penido, 255, sala 1801, Jardim Aquarius, São José dos Campos (SP). O agendamento pode ser feito pelo WhatsApp (12) 99642-6448 ou pelo telefone (12) 3911-6096.





